10.3.11

Mourinho


Canto inferior direito e desemboca-se aqui.
Ex-tra-or-di--rio.

8.3.11

Apagão


Obrigada, Pedro!

Delícias

Coisas assim.

: )

Ideias para passeio


num fim-de-semana prolongado.

A polémica Mark Twain

Como anunciado aqui, escrevo hoje sobre a controversa reedição de The Adventures of Huckleberry Finn e Tom Sawyer que substitui a palavra «preto» por «escravo». Quem não está a par, pode ler este artigo e ficar com uma ideia do que se trata.
É bem sabido que os Estados Unidos têm um problema com a «N-word» e que esta versão politicamente correcta só podia redundar numa chuva de críticas. Contudo, pus-me a pensar nos argumentos e não consigo deixar de concordar com a defesa do advogado do diabo. Quanto mais penso nisso, mais penso para mim «porque não?»
Fala-se da sacralidade do objecto literário, puxam-se os galões ao génio (como se ele precisasse), fala-se da História na história e mete-se o Dr. King ao barulho. Mas quanto mais penso nisso, mais penso para mim «porque não?»
O texto é de leitura obrigatória - mesmo quando não consta dos programas, ai de quem não a tiver lido -, já faz parte da cultura. Porém, também o desconforto diante de certas palavras faz parte da cultura e nem por isso é mais agradável. Dos leitores desta obra, massa anónima, adolescente e não só, constam brancos e negros, ricos e pobres. Muitos leitores sentirão desconforto ao lerem hoje, e tantas vezes, uma palavra que os ofende. Palavra escrita com uma intenção e que faria parte de um contexto, mas que, ainda assim, repugna.
Se uma edição substitui deliberadamente uma palavra com um passado e um presente pesado por outra - não menos dramática, mas menos problemática e até bastante problematizante -, desde que o faça com a devida advertência - até um prefácio! - não me parece nada mal.
A leitura que faço dessa opção não é tanto política, é mais empática. E por isso me parece válida.

Torneio literário


Isto sim.

Estética Felina


Cover lover #4



19.2.11

Meet the Classics



Campanha publicitária da Penguin para promover os clássicos.




Para saber mais, clicar aqui.


6.2.11

Sebastião Rodrigues

Para quem não conhece, é obrigatório dar um pulo aqui.

Considerado «o Pai do design português», com uma obra extensíssima, em particular no que toca à edição, é autor de capas históricas, como as que vêem em baixo.

O que mais impressiona, além de tudo, é o quão portugueses eram os seus projectos.























Além das imagens, deixo-vos um curioso testemunho do próprio:




Jorge Silva Melo, citado por Pedro Marques, escreveu sobre a perenidade das suas criações.

Entretanto, Jorge Silva [Silva! designers] tem um blogue, que relembra o nosso design. A seguir (e a recordar), pois com certeza.

2.2.11

Sem título

Auto-retrato de Borges, já cego.

E outros desenhos de outros autores.

11.1.11

Ainda sobre o Comic Sans

Estudos científicos comprovam que

e


Com piscadela de olho à Ana.

« »

It might well be that you only get out of a book what you put into it an see in it only what you are

W. Somerset Maugham (colhido algures)

6.1.11

Liberdades

Segundo os anónimos responsáveis, «nasceu no Facebook a primeira editora 100% virtual portuguesa direccionada a autores auto-publicados». (link)

A propósito ou não, quando a Bubok se tornou uma das minhas ligações no Facebook, recebi de imediato um e-mail seu perguntando se já tinha publicado um livro.

E por falar em autopublicações, aqui fica uma amostra das muitas utilidades de um livro.

5.1.11

Balanços

Não simpatizo com eles mas volta e meia é preciso tomá-los.
Eis 2011. 2010 foi um ano cheio. Comecei o blogue, fechei janelas e abri portas. Li muita coisa, menos do que queria, reli alguma coisa também. Sei um pouco mais do que sabia, espero menos, procurarei fazer melhor. Agora para o fim perdemos Tony Judt, Carlos Pinto Coelho e Denis Dutton. Tudo muda. Vejamos o que o amanhã nos traz.