(Pobre homem. Como se arranjará ele quando quer ler alguma coisa que não está digitalizada?)
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21.11.12
31.1.12
3.11.11
Offshore em bom
Até há pouco tempo, nunca tinha ouvido falar desta aventura. São os GBA Ships, começaram em 1970 e vão no quarto navio. Logos foi o primeiro e atracou em Lisboa duas vezes (76 e 84). Diz quem lá foi que a novidade era completa e que os livros a bordo, numa espécie de feira flutuante, eram baratíssimos.
O objectivo da organização é levar ajuda e conhecimento a quem mais precisa. Segundo o site oficial (e não é difícil acreditar), estas feiras são, para muitos, a primeira oportunidade de comprar boa literatura e muitas pessoas sem meios para estudar puderam aprender e, consequentemente, melhorar as suas vidas através destes livros.
- 6000 títulos disponíveis, incluindo livros escolares e especializados;
- 40 milhões de pessoas a bordo desde 1970;
- Mais de 160 países e territórios visitados;
- 1400 aportagens.
O objectivo da organização é levar ajuda e conhecimento a quem mais precisa. Segundo o site oficial (e não é difícil acreditar), estas feiras são, para muitos, a primeira oportunidade de comprar boa literatura e muitas pessoas sem meios para estudar puderam aprender e, consequentemente, melhorar as suas vidas através destes livros.
- 6000 títulos disponíveis, incluindo livros escolares e especializados;
- 40 milhões de pessoas a bordo desde 1970;
- Mais de 160 países e territórios visitados;
- 1400 aportagens.
É obra.
Para saber mais e, quiçá, contribuir: www.gbaships.org.
Obrigada pela história, P.!
Etiquetas:
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mundos possíveis
25.10.11
10.8.11
Duas más notícias e meia
Faço por me manter optimista, mas duas destas e mais meia daquela deixam qualquer um arrumado.
1. O Facebook não serve só para clubes do livro e afins, parece que a página «I Hate Reading» tem 437,800 likes. Podem ser miúdos parvos, convencidos de que são contracorrente (que ainda não descobriram que não há muitas coisas mais gostáveis e revolucionárias do que ler), mas ainda assim... (Daqui.)
2. O caso do Pequeno Gatsby. Há os digests, e depois há isto, uma coisa indescritível e alarmante. Eu não digo que ler (ler a sério, não falo de ler a sina nem o pacote de cereais) é um acto subversivo? Isto não é um resumo ou uma versão, é um atentado. E também não é uma alternativa inocente: além de estupidificante é, sobretudo, enganadora, pois traz o título original e o nome do autor na capa.
Se em tempos conseguir ler era difícil por não haver meios, parece-me que hoje o é por haver «demais».
3. Apesar das muitas lojas pilhadas em Londres, parece que as livrarias ainda estão intactas. A grande maioria dos cidadãos leitores não faria nada do género, mas os vândalos não têm curiosidade. Ainda bem?
Obrigada, S e P!
2. O caso do Pequeno Gatsby. Há os digests, e depois há isto, uma coisa indescritível e alarmante. Eu não digo que ler (ler a sério, não falo de ler a sina nem o pacote de cereais) é um acto subversivo? Isto não é um resumo ou uma versão, é um atentado. E também não é uma alternativa inocente: além de estupidificante é, sobretudo, enganadora, pois traz o título original e o nome do autor na capa.
Se em tempos conseguir ler era difícil por não haver meios, parece-me que hoje o é por haver «demais».
3. Apesar das muitas lojas pilhadas em Londres, parece que as livrarias ainda estão intactas. A grande maioria dos cidadãos leitores não faria nada do género, mas os vândalos não têm curiosidade. Ainda bem?
Obrigada, S e P!
13.7.11
Admirável mundo velho
No meio de livreiros falidos há livreiros falados.
There's No Place Like Here: Brazenhead Books from Etsy on Vimeo.
There's No Place Like Here: Brazenhead Books from Etsy on Vimeo.
1.5.11
Ciclos
Não são só as «pequenas» que fecham, as «grandes» também. Com mais estrondo e tudo. E por vezes com sentido de humor.
E depois há outras que nascem, estranhas, que dão que pensar.
E depois há outras que nascem, estranhas, que dão que pensar.
14.4.11
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